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domingo, 20 de abril de 2008

COMPORTAMENTO – Brechó virtual está em alta entre as mulheres



Com toda esta facilidade de aquisição via internet, somada ao comportamento feminino tendencioso às compras, só remete ao dito popular “É como juntar a fome com a vontade de comer”. É... menos cafona que este ditado, é esta onda de renovar o guarda roupa apenas no clicar do mouse. Aliás, de cafona esta tendência nada tem, já que objetiva um guarda roupa super na moda.
Há blogs voltados as vendas virtuais de roupas de renomadas grifes que tem em média 2 mil acessos diários, configurando assim um sucesso no seguimento dentro da blogosfera. Este é o caso dos blogs:
Arara Reformada, Bazar! , e Filet Para Quem É Mignon.
Saiu uma matéria sobre este recente fenômeno da rede, que está agitando a ala feminina. Foi no site Globo.com (Veja a matéria
clicando aqui). E você? O que achou desta idéia? Acha prático comprar roupa só vendo a fotografia?


Responda a nossa enquete.



Lina Costa

quinta-feira, 3 de abril de 2008

COMPORTAMENTO - Boatos convencem mais que a verdade


O boato influencia mais do que uma ação real, segundo estudo divulgado pela revista Proceedings of the National Academy of Sciencies (PNAS).
Mas e no cotidiano isto é fato notório?
Com certeza, é o que afirma Fabiane Tombely, 22 anos. Para ela os boatos estão sempre presentes e infelizmente já fez parte de sua vida prejudicando-a afetivamente.
O boato convence mais que a verdade, o que torna a situação muito mais perigosa do que se pode imaginar. A estudante Cilane de Freitas, 34 anos, desabafa: “Vários boatos que bombardearam meu casamento foram capazes de provocar o divórcio, tudo porque eles, os boatos, geraram desconfianças a respeito de um amigo da própria faculdade. Na época houve conflitos até com colegas de sala, que foi de onde partiu os comentários”.


“As pessoas são inaptas
para fazer boatos de coisas
boas, pois o verdadeiro
boato tem que ser capaz
de destruir com a pessoa-alvo.”
Cilene de Freitas

Da maneira em que a sociedade se relaciona nos dias atuais, os boatos ficam mais propensos de acontecer. O que facilita muito são as entradas virtuais que serve de matéria prima contra o próprio usuário destes meios. Mas não só de blogs, orkuts e chats se alimentam uma boa fofoca. Muitas vezes dentro da família temos aquela tia, que sempre arranja um jeito de recriar uma informação mal sucedida e espalhar com projeção global o novo “babado”.
Devemos checar antes de tomar aquilo como verdadeiro? Impossível. Na correria do dia-a-dia fica como está. “Já endossei opiniões de amigas e se a opinião for negativa já é o bastante para que eu nem procure esta pessoa, me desinteresso e ainda repasso a informação como quem alerta e não em tom de boato”- Sandra Portella,31 anos.
Saber filtrar os comentários é essencial para a boa convivência nos inúmeros contextos sociais aos quais estamos inseridos. Evitar deduzir e especular o alheio já é um bom começo para não ser envolvida em boatos e erradicar a terrível prática pela raiz.
Lina Costa